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Domingo, Janeiro 18, 2009

Onde moras?


Hoje a leitura do Evangelho teve partes que não pude deixar de realçar. Que foi quando dois discípulos O questionaram sobre a Sua morada.

Eles disseram-lhe: «Rabi que quer dizer Mestre onde moras?»
Ele respondeu-lhes: «Vinde e vereis.»

Pois bem, é uma questão pertinente esta. Onde é que mora Jesus. Esta é uma pergunta que devemos fazer a Deus sem medos.

Tenho por vezes conversas com pessoas que não são cristãs e que me perguntam muitas vezes onde está Deus e como é que posso acreditar em algo que não se vê. A questão pode parecer fácil mas de certo que não é. Como explicar a alguém que a nossa fé nos faz crer em Deus com muita certeza. E como dizer a essas pessoas onde é que mora Deus sem ser apenas no Céu?

Acho que em primeiro lugar acho que a passagem que citei responde. Queremos saber onde mora Deus? Então venham e vejam. Já dizia o querido Papa João Paulo II: «Não tenham medo!». Pois é, se queremos mesmo saber quem é Deus e onde é que Ele mora, há que ter o mínimo de interesse em percorrer este caminho cristão que nos exige dedicação e interesse. A Igreja oferece-nos um caminho cristão para quem opta por conhecer melhor quem é que afinal é Deus. Um caminho que deve começar por uma boa catequese, seguida do sacramento do Baptismo, para depois desfrutarmos da sagrada comunhão na Eucaristia, até chegarmos aos sacramentos posteriores. Só assim poderemos conhecer melhor a Deus e perceber onde é que mora e como é que me posso relacionar melhor com Ele. Não percebo realmente, e perdoem-me o desabafo e se magoo alguém mas, não percebo o que é ser católico não praticante. Conheço muitos. E sei que muitos apenas querem saber de Deus nas horas de aflição. E depois se não têm o que querem perguntam-se onde está Deus. Onde é que Ele para? O mesmo perguntam muitas outras pessoas que nada querem ter a ver com Cristo Jesus nosso Deus. Pois claro. Não sabem porque não querem saber. Não basta fazer umas rezas e tudo fica bem. É preciso que haja uma claro relacionamento com Deus. Um interesse da nossa parte que procura Deus pelos caminhos que muitas vezes são tortuosos.

Gostava de fazer referência à primeira leitura também, que nos fala do chamamento de Deus a Samuel. O que se passava é que Samuel não percebia quem é o estava a chamar. E só com a devida atenção e resposta da sua parte é que percebeu que era Deus que o interpelava. Ora, o mesmo se passa connosco. Deus fala-nos. Deus procura-nos. Deus quer estar connosco. E nós dizemos tantas vezes que Deus não fala connosco e que não O ouvimos. Acho que tal como Samuel, devemos dizer no nosso coração: «Fala Senhor que o teu servo escuta!» E é só assim que conseguiremos de facto perceber o que é que Deus quer. É preciso estarmos atentos e silenciosos, sem pressa de obtermos as respostas no momento. Deus trabalha à velocidade que acha que deve e mais importante ainda, porque é assim que nós vamos beneficiar ainda mais dessa ajuda.

É preciso que guardemos estas coisas todas no coração tal como Nossa Senhora que estou certo que percebia muito pouco. Contudo a sua fé era tal que aguardava pacientemente.

Acho que andamos demasiado perturbados com os problemas desta sociedade e que não damos espaço para Deus falar nem muito menos para O escutar quando nos chama. Não esperem que Ele vos fale ao ouvido. Mas esperem sim situações, sinais, e coisas que parecem coincidência, mas como já são tantas que dá para perceber que não é possível tantas coincidências. Alguém nos acompanha e que subtilmente nos vai falando e indicando o caminho correcto a seguir.

Afinal de contas, onde é que Ele mora? Venham e vejam!

Quarta-feira, Dezembro 24, 2008

Hoje há Natal?!

Será Natal?
Vejo tanta confusão.
Tantos olhos tristes.
Onde está a felicidade de coração?

Será que sabem,
Que hoje nasce Jesus?
Não vejo alegria…
Nem sequer simpatia!

Só vejo um corrupio,
E pessoas com frio.
Não é este frio de temperatura,
É frio de amor!

Já não há Jesus
Nestes olhos tristes.
Ups… enfim aparece algo.
Outrora vi olhos felizes.

Eram crianças,
Haverá esperança?
Ou não conheceram estas,
O nascimento da Divina Aliança?

Partilho hoje convosco este poema que eu mesma escrevi, na minha infinita esperança que o Natal nasca hoje nos corações mais fortes e nos mais fracos, e que também os mais fortes tenham coragem de partilhar com os mais fracos a infinita felicidade que é conhecer Jesus e celebrar o seu nascimento.
Um Santo Natal =)

Domingo, Outubro 12, 2008

O que é que adoramos?

Decidi assumir um compromisso, mas um compromisso com alguém muito importante, aliás o mais importante, Deus. Esse compromisso consistem em saber cada vez melhor a sua palavra, agora que sou catequista, convém saber das coisas que quero falar, quando quiser falar com eles, pois a minha missão é ajuda-los, no entanto decidi fazer isto também por mim, porque quero saber…

O compromisso consiste em ir lendo a bíblia e interpretá-la conforme penso ser a maneira mais correcta, isto claro não caindo na tentação de deixar de ser modesta e aberta a opiniões de terceiros.

Aleatoriamente escolhi um livro, e um capitulo, e li-o por inteiro… Calhou Daniel 14.

Não sei se conhecem, mas conta a historia de um rei, e do seu povo que adoravam Bel, contrariamente a Daniel que adorava Deus. Esse Bel todos os dias consumia, como prenda dos seus crentes 12 artabes de farinha, quarenta carneiros e seis medidas de vinho. Um dia o rei perguntou a Daniel porque é que adorava Deus, e Daniel disse-lhe que o adorava porque é o Deus vivo, contrariamente a Bel que era uma estátua de barro por dentro e bronze por fora. Então o rei questionou Daniel, que se assim é, porque é que o seu deus, Bel, consumia tudo aquilo diariamente?
Daniel então afirmou que não era Bel, o rei ao ver a sua fé contestada disse a Daniel que naquela noite iriam fechar o “templo” com a comida lá dentro, e que se os alimentos não fossem comidos, Daniel ficaria com o templo, e com Bel, mas se pelo contrário fosse comida, Daniel era lançado aos leões.
Assim o fizeram, mas antes de fecharem o templo Daniel espalhou pelo tempo cinza, de noite e como de costume os sacerdotes, as suas mulher e filhos, subiram sobre o alçapão do “templo”, e alimentaram-se.
No dia seguinte o rei clamou a Bel, por ter comido tudo, no entanto Daniel alertou-o para as pegadas na cinza, e o rei retribuiu com o que disse, deu o templo e a estátua a Daniel, este que os destruiu, e o rei mandou matar os sacerdotes e as suas famílias.
O povo ficou descontente e exigiu ao rei que manda-se Daniel para os leões, ou que caso contrario o matariam, o rei ao ver-se obrigado a isso, entregou-lhe Daniel.
Todos os dias aqueles leões eram alimentados, mas naquele dia não, para que famintos devorassem Daniel, mas o mesmo não morreu, assim passados dias o rei foi chorar pela morte de Daniel, e deparou-se com ele vivo, e então mandou para os leões aqueles que queria lá Daniel, e aos restantes disse para adorarem o Deus de Daniel, o único Deus!

Que conclusão é que eu tiro daqui, é simples, que não se devem adorar estatuas ou imagens para alem de Deus, o nosso pai eterno… e quantas “igrejas” ou ceitas, como quiserem chamar, já nos acusaram disto, a nós católicos, que temos a nossa igreja repleta de imagens?
Realmente eu concordo com eles, quando dizem que temos as nossas igreja tão cheias de imagens, pois ficam lindas, as nossas igrejas, contrariamente ás suas brancas, instaladas numa garagem, ou num armazém!
Mas e se as suas igrejas estivessem cheias como as nossas? A quem é que eles adoravam? Era a Deus ou ás imagens? Certamente que qualquer pessoa responderia a Deus, e não é isso que nós católicos fazemos?
Ora bem, nós temos a nossa igreja cheia de santos, mas não os adoramos, adoramos porém os exemplos que eles nos dão, porque é deles que nos queremos assemelhar, não por eles serem perfeitos, mas porque eles chegaram mais perto de Deus… e afinal não é isso que todos queremos?

A única lição que eu tiro daqui, é que todo aquele que ama a Deus terá a vida eterna, porque Deus não nos deixará ficar mal, nunca, tal como fez com Daniel, assim também o fez com o Rei, que mesmo adorando a Bel teve a oportunidade de conhecer o verdadeiro Deus, e a eles não aconteceu!

Mais uma vez digo, que é importante também não levar estes “contos” da bíblia á palavra, porque corremos o risco de nos tornar incoerentes, e até fantasiados, é natural que a historia não tenha sido assim, e que Daniel se calhar nem tenha estado numa cova com os leões, aqui o que realmente importa é a lição que tiramos daqui.

Algum de vós já ouviu falar dos mitos das civilizações gregas e romanas? Estes mitos não existiram mesmo, serviam como exemplo, e assim também serve a nossa Bíblia, e com ela todos os anjos e santos que nos acompanham, e que estão nas nossas igrejas, para nos lembrarmos do quão importantes somos enquanto humanos, e o quanto podemos ser para nos assemelharmos ao divino…

Pensem nisto!

Quinta-feira, Maio 22, 2008

Dia da Solenidade do Santíssimo Corpo de Cristo

Celebra-se hoje o dia da Solenidade do santíssimo Corpo e Sangue de Cristo. Dia este que é um convite específico de Deus para que O adoremos, para que O contemplemos na sua plenitude, e para que O comunguemos. Só comungando Deus, e transpondo essa acção nas nossas vidas é que conseguiremos indo perceber estes mistérios, que muitas vezes nos apoquetam. Deus, revela-se-nos como um Deus que quer estar connosco e dar-nos todo o Seu amor. Esta solenidade aponta-nos para aquilo que Deus nos pede. Mais carinho, mais compreensão, mais dedicação, mais esforço, mais bondade. Isto porque, cada acto deste que façamos, é como se Lhe estivessemos a dar um grande abraço. Deus que é misericordioso e compassivo. Deus que está sempre pronto a dar-nos uma segunda chance, e uma terceira, até vermos que o caminho não é este, mas aquele que Ele nos quer mostrar há tanto tempo. É preciso também um esforço da nossa parte. É preciso querermos. Será que queremos?

Muitas vezes andamos à Sua procura e parece que não O vemos. Queremos saber onde é que Ele pára. Parece que não nos dá respostas. Mas a verdade é que Ele está sempre aqui, mesmo ao nosso lado, para que saibamos como carregar esta "cruz" todos os dias. De Deus só podemos esperar compromisso, amizade e muito amor. Ele quer viver em comunhão connosco, e pede-nos isso em troca. E que apliquemos essa comunhão ao resto das outras pessoas. Sem rancores, sem intrigas, sem maldades.

É uma alegria imensa saber que Deus está sempre aqui ao nosso lado. Sempre a bater-nos à porta incansavelmente, para que nós O deixemos entrar. Ele quer mostrar-nos que o Pai, o Filho e o Espírito Santo, estão sempre a contar connosco, e desejam calorosamente a nossa amizade. Ele quer que esta ligação pela comunhão nunca se quebre. Ele quer que comunguemos do Seu corpo e O levemos da Igreja para os outros. Para mostrar-mos que somos a Imagem de Cristo na Terra.

Terça-feira, Maio 20, 2008

Maria

Não queria deixar passar este mês tão especial sem escrever alguma coisa. Estamos no mês dedicado a Maria, e como tal é mais um momento específico de reflexão. Maria que reza sempre por nós a Deus, e que já fez tanto por nós, e que ao mesmo tempo nos transmite fé e coragem para aumentarmos a nossa fé.
No passado dia 13 Portugal celebrou os 91 anos das aparições de Nossa Senhora aos pastorinhos. Tive pena de não poder estar presente nas celebrações como no ano passado. Talvez quem sabe para o ano. Foi um momento bonito de fé, para demonstrar que a Igreja Católica está forte, e que Maria continua a chamar-nos à conversão para Deus. Ela indica-nos como havemos de progredir na fé.

Deixo-lhe aqui esta flor e um beijinho:
















Queria também deixar este vídeo dedicado a Maria que acho que está 5*****

Segunda-feira, Maio 19, 2008

As zangas entre católicos

Às vezes não percebo o que se passará com certas pessoas. Anda por aí uma onda de ódio e de ataque entre católicos que só visto mesmo. Não vou estar aqui a dizer nomes nem blogs porque não é meu dever andar a difamar pessoas. Contudo, este tipo de situações, onde se atacam os outros com "unhas e dentes" deixa-me triste, e faz-me pensar se é isto que Deus quer realmente para a Igreja.

E muitas destas discussões por esta blogoesfera fora, são acerca do Concílio Vaticano II e a nova Missa. Pois bem, é legítimo que nem todos consigamos perceber esta mudança, para o novo Rito. No entanto, dizer que esta missa é falsa ou herética, é no mínimo estar a brincar com toda a Igreja. Será que Deus deixaria uma heresia/falsidade deste tamanho acontecer assim? Já se aperceberam do quanto era grave se andassemos todos a rezar em missas que não são válidas?

Diz-se que esta missa nova dá aso a muitos abusos, e que a missa antiga as coisas eram mais controladas, e não haveriam certas "palhaçadas" que se passam actualmente em algumas igrejas.
Por exemplo, há por aí pela net a circular, uma missa com palhaços. É um abuso realmente. Mas, porque é que não seria possível faze-lo na missa antiga? Era só o padre querer.

Tanto numa missa como noutra, nós podemos estar concentrados a rezar, e em sintonia com Deus. E temos de aceitar que uns perferem uma missa à outra. Isto dá pano para mangas.

Acho que podemos e devemos discutir todos os assuntos com os quais não concordamos. E devemos também saber manter a unidade com a Igreja, e não andar a criar cismas, e zangas, para fazer valer quase que pela força, o nosso ponto de vista, que queremos incutir nos outros.

Uns até desejam o extermínos de outros irmãos na fé. Dito por católicos, é muito estranho. Ou será que voltámos à Idade média. É que já não há essa desculpa das mentalidades. Nós evoluímos, e temos a obrigação de ter em atenção a mensagem de Cristo que é uma mensagem de paz e de amor.

E o que dizem os ateus a estas guerras? Querem que eles se convertam a ver este tipo de diálogo? Eu não me converteria.

Domingo, Março 02, 2008

Os cegos

Hoje estamos no IV Domingo da Quaresma. Gostava de partilhar aquilo que me tocou mais nesta Eucaristia, e começava pelo Salmo. Acho que a sua letra é de uma força impressionante. "O Senhor é meu Pastor: nada me faltará" Cada vez mais acho que o Senhor tem que ser o meu Pastor. Sou apenas uma ovelha do Seu rebanho que se pode perder facilmente se for para longe d´Ele. É o pasto que guarda as suas ovelhas. É o pastor que zela por elas e que as conhece. Só Ele nos pode levar a descansar em verdes prados. Hoje estava a ouvir este cântico e pensava na beleza de Deus, e como Ele está sempre disposto a amar-me. Como é possível que eu não O ouça tantas vezes?

Estamos em tempo de Quaresma, e por isso mesmo devemos estar especialmente àlerta para estas nossas falhas, para que as possamos corrigir. Nunca é demais rezar, ou fazer penitência. Mas é bom que o façamos de coração aberto para Deus e não apenas para cumprir preceito. Senão já estamos como os fariseus.

Por falar em fariseus, o evangelho hoje fala-nos de uma cegueira. Fala-nos da cura de um cego, que necessitava de ser curado. Não tanto fisicamente mas mais ainda espiritualmente. É a cegueira que nos impede de ver, e que impedia os fariseus de ver. Quantas vezes dizemos que não somos cegos? Muitas! Somos cegos, e seremos até morrer, até nos encontrarmos face a face com Deus. Mas podemos ir pedindo a cura a Deus, para que nos curemos cada vez mais, e possamos espelhar a beleza e fé de Deus aos outros. Mesmo que eles não acreditem logo, só o nosso exemplo da bondade de Deus deixará marca, e quem sabe, alguém que se deixe tocar.

Terça-feira, Fevereiro 05, 2008

A nossa Igreja

Muitas vezes ouvimos a questão, “Porque é que Deus deixa isto acontecer?”, e muitas vezes a nossa ignorância deixa-nos sem resposta. É verdade que acontecem muitas coisas más, ás quais não temos resposta, e por isso devemos culpar Deus? E será que essas coisas não têm mesmo resposta, ou somos nós que não a queremos ouvir?
Estas perguntas também surgiram na minha cabeça, e é por isso que estou a escrever, para partilhar a resposta que eu quis ouvir.
Hoje é dia 27 de Janeiro de 2008, Domingo, ontem, como em todos os sabados estive na missa, onde canto no coro, é chamada a missa para crianças e jovens, por ser o dia em que a maioria sai da catequese e/ou escuteiros, e vai a missa. Essa missa não é igual à dos adultos claro, é adaptada ás crianças, mas não é disto que vou escrever.
Ontem aconteceu uma coisa bastante desagradável, um homem, bebado, entrou na igreja durante a missa, e no final gritou e disse disparates na igreja, a comunidade estava toda irritada, “que falta de respeito” – diziam eles, e era de facto. Mas não pensei muito sobre isto, naquele momento... Quando estava a voltar para casa pensei, “porque é que Deus premite que o mal entre na sua casa”, e a resposta veio-me imediatamente. Aquele homem, que estava bebado, possivelmente nunca ouviu falar das coisas de Deus, porta-se de forma pecadora, mas talvez não conheça outra, mas nós, nós conhecemos Deus, a nossa vida não está cheia de pecado, não estamos sujeitos a ele, mas fazemos. Então a resposta para mim foi simples, Deus premite que as coisas más aconteçam para nos mostrar o mal que nós também fazemos, para nos mostrar aquilo que não queremos ser. Todos os sábados aquela missa acaba com uma barulheira impossivel, todos nós ficamos a falar na igreja... mas ontem, todos ficamos indignados com a acção daquele homem, quando na realidade, somos piores que ele.
No fim o homem voltou a entrar na igreja, atraz do Padre, e dizia “Padre, dê-me a sua benção”, quantas vezes nós já tivemos a benção e não a mereciamos? Quantas vezes pedimos injustamente a Benção a Deus, e comemos do seu corpo, sem que nos fosse merecido? Quantas vezes nós olhamos para aquilo que fazemos? E Quantas vezes olhamos para aquilo que os outros fazem a fim de tirar uma lição disso? Naquele momento, ontem, todos queriam expulsar o homem da igreja por estar a faltar ao respeito, mas quantas vezes já nos expulsámos a nós?
Se calhar as coisas até têm resposta, e eu que ontem na missa, nem estive atenta, e pedi desculpa ao Senhor, e ele desculpou-me, e mostrou-me aquilo que eu sou dentro da sua igreja, e eu não me orgulhei disso, e ninguém reparou nisto, só queriam expulsar aquele homem da Igreja, porque estava a faltar ao respeito, porque falou alto... e nós que também falamos, só o queriamos expulsar da Igreja... porque ele faltou ao respeito!

Senhor, perdoa-nos por agirmos como bebados, quando estamos sóbrios.